Despertar,
Ouvir,
Barulhos sonantes,
Acolhedores
No entanto, distantes
Tudo passa, lá fora.
Alheios ás janelas entreabertas
Caminham ingenuamente,
inocentemente.
O homem já as afia
E as penas adoram o Mar
Ouve-se, bem no fundo,
As colinas a acordar
E caem as folhas caducas
Estéticas, uma a uma.
O relógio não para
Mas pensa duas vezes.
São restos de uma sexta
Que se sentem na alvorada
(O fogo jaz,semi apagado)
E sem o saber sentimos ruidos,
Emoções, de uma manhã de Sábado
A tela é nossa
A paleta é deles
Pintam,cantam,
Mas para quem?
15.12.08
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